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terça-feira, 1 de março de 2016

Motorista que matou bebê em acidente é levada de hospital para cadeia

Mulher estava embriagada e bateu em carro de família, em Salto de Pirapora.
Menino de três anos continua internado; acidente foi no dia 14 de fevereiro

Motorista que causou acidente em Salto de Pirapora é transferida (Foto: Moisés Soares / TV TEM)
   De acordo com a polícia, a motorista estava embriagada e foi indiciada por homicídio doloso – quando há intenção de matar – e por tentativa de homicídio. A suspeita vai permanecer na cadeia enquanto aguarda o julgamento.
Segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM), no dia do acidente, Maria de Lurdes de Souza Marinho, de 55 anos, atravessou a pista e atingiu um carro onde estavam a jovem Juliana Lucas Flora e dois filhos: Igor Kamonseki, de três anos, e Lorena Kamonseki, de nove meses.

A bebê de nove meses morreu no local. O menino foi levado para o Hospital Regional deSorocaba, onde está internado com quadro clínico estável. Juliana teve ferimentos leves, recebeu atendimento na Santa Casa da cidade e foi liberada.
Segundo o delegado, Gilberto Montenegro, a motorista "não abria mão de beber e de se motorista que causou o acidente na Rodovia Francisco José Ayub (SP-264) no dia 14 de fevereiro, em Salto de Pirapora (SP) foi transferida na tarde desta terça-feira (1º) para a cadeia feminina de Votorantim. A mulher estava internada no Hospital Regional de Sorocaba (SP), sob escolta da Polícia Militar.'Não abria mão de beber'
divertir” e é conhecida por se envolver em outras ocorrências, como violência doméstica. “Eu já a atendi. Ela já tinha uma postura de indiferença em relação à bebida e nós sempre comentamos sobre os perigos de voltar para casa embriagada. Nas palavras dela, ‘não abria mão de beber e se divertir’. Agora, ela vai se divertir na cadeia [feminina] de Votorantim”, ressalta
    A Polícia Rodoviária não fez teste do bafômetro na motorista porque ela ficou presa às ferragens e precisou ser socorrida, mas os policiais disseram que ela tinha sinais claros de embriaguez. “Testemunhas contam que ela fazia um zigue-zague nas pistas. O médico que a atendeu disse que o nível de embriaguez era muito grande. Por isso, nós a autuamos em flagrante por embriaguez ao volante e também por homicídio com dolo eventual”, diz Montenegro.
Laudo da perícia
Gilberto Montenegro, delegado de Salto de Pirapora (Foto: Moisés Soares/ TV TEM)    Segundo o tenente da Polícia Rodoviária, Leandro Fonseca, a batida foi tão forte que nem o bebê-conforto foi capaz de preservar a vida de Lorena. "A bebê de nove meses estava no bebê-conforto, mas a colisão foi muito forte e ela não resistiu", afirma. A polícia continua investigando se o menino de três anos estava na cadeirinha específica no momento do acidente
Punições
 Em 2015, motoristas bêbados causaram 7 mil acidentes em todo o Brasil. Foram 435 mortes e 5 mil feridos, segundo a polícia. Até outubro do ano passado, nas rodovias da região de Sorocaba, 633 motoristas foram flagrados dirigindo alcoolizados e 242 se recusaram a fazer o teste do bafômetro em blitz da Polícia Rodoviária.
Depois de autuado, o motorista é multado em R$ 1.915,30, tem a carteira de habilitação recolhida. Além disso, o direito de dirigir é suspenso por um ano e o documento é suspenso até um condutor habilitado retirar o carro. No caso de reincidência, o valor da multa duplica e pode chegar a R$ 3.830.
Lorena de apenas nove meses não resistiu e morreu no local do acidente (Foto: Reprodução/TVTEM)Além das penalidades, se o motorista se negar a fazer o teste do bafômetro, outras provas são aceitas pela Justiça, como depoimentos de testemunhas ou policiais, exames clínicos e até vídeos. O agente de trânsito pode ainda aplicar uma autuação administrativa e preencher o questionário - sinais de alteração da capacidade psicomotora, que é anexado à autuação.
Nesse caso, o motorista também pode ser encaminhado à delegacia. Já na situação de comprovação de embriaguez pelo bafômetro ou encaminhamento do condutor para
a realização de exame de sangue, não será necessário aguardar o resultado dos exames para a autuação administrativa.

Mulher é esfaqueada pelo ex-marido na região do Matão, em Sumaré

Vítima foi atingida no pescoço, perna, ombro, barriga e peito, afirma Samu.Ela foi encaminhada em estado grave para Hospital Estadual de Sumaré.
                                                                                                                        Uma mulher foi esfaqueada na tarde desta terça-feira (1º) no Jardim Martins, região do Matão, emSumaré (SP). De acordo com a Polícia Militar, o ex-marido da vítima é suspeito de ser o autor da agressão.
Segundo informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a vítima, de 30 anos, sofreu vários ferimentos nas regiões do pescoço, ombro, barriga, perna e peito. A mulher foi encaminhada em estado grave para o Hospital Estadual de Sumaré. A unidade médica informou que a paciente irá passar por cirurgia.
Ainda de acordo com a PM, após a agressão o suspeito fugiu e até a publicação da reportagem, policiais ainda realizam buscas na região.

Criança brinca com arma e mata irmã de 6 anos acidentalmente em MT


Menina foi atingida com tiro no tórax, foi socorrida e morreu no hospital.
Irmão de 12 anos pegou arma que estava no quarto dos pais

                                                                                                                          Uma menina de seis anos morreu nesta terça-feira (1º) em um sítio na zona rural de Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, após ser atingida por um tiro acidental no peito. O disparo foi feito pelo irmão, de 12 anos, que brincava com a espingarda do pai em um dos cômodos da casa da família. A menina chegou a ser socorrida e encaminhada para um hospital, onde faleceu.
Os pais disseram à polícia que o irmão contou que por curiosidade começou a brincar com a arma que ficava pendurada em uma das paredes do quarto do casal. Por acidente, o gatilho foi puxado em contato com o cotovelo do menino. O tiro acidental atingiu o peito da irmã. A criança foi socorrida pelos próprios pais.De acordo a Polícia Civil, os pais se apresentaram espontaneamente na delegacia após prestar socorro à filha. Em depoimento, o pai da menina contou que a arma pertencia ao pai dele, que faleceu há três meses e deixou o objeto como herança.
Ainda segundo a polícia, não houve flagrante e os pais devem responder por posse ilegal de arma de fogo e omissão de cautela. Esse segundo crime ocorre quando armas de fogo não são devidamente guardadas e ficam ao alcance de crianças e adolescentes.