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quarta-feira, 2 de março de 2016

Homem morre após caminhão bater na traseira de moto na BR-232

Colisão aconteceu na manhã desta quarta-feira (2), no km 134, em Caruaru.
Condutor da moto está internado em estado grave no Hospital Regiona

Homem morre e outro fica ferido durante acidente de moto na BR-232, em Caruaru (Foto: Divulgação / PRF)
    Um homem de 56 anos morreu e outro ficou gravemente ferido na manhã desta quarta-feira (2), durante uma colisão entre um caminhão e uma moto, no quilômetro 134, na BR-232, em Caruaru, Agreste de Pernambuco.
O condutor, de 35 anos, reduziu a velocidade devido uma lombada, quando um caminhão atingiu a traseira da moto, segundo a Polícia Rodoviária Federal. De acordo com a PRF, o motorista do caminhão não teria percebido quando a moto diminuiu a velocidade.
O homem que guiava a moto ficou ferido e o que estava na garupa morreu no local. Ainda segundo a PRF, o condutor da moto foi encaminhado ao Hospital Regional do Agreste (HRA), e está em estado grave, o motorista do caminhão não teve ferimentos.

Empresa dará folgas para funcionárias menstruadas

    Quando a empresa se preocupa com o funcionário, todos saem ganhando. Pensando nisso uma empresa britânica decidiu criar uma política interna que possibilita as mulheres tirarem dias de folga enquanto estiverem menstruadas.
A Coexist é uma empresa que administra o espaço cultural Hamilton House, abrigando artistas, ativistas e organizações comunitárias, numa zona boêmia da cidade britânica de Bristol. Dos 31 funcionários, 24 são do sexo feminino e com essa medida ela busca criar um ambiente de trabalho mais eficiente e criativo.
Em uma entrevista ao jornal  ‘The Guardian’, a diretora da empresa, Bex Bexter, disse: “Eu gerenciei muitas mulheres ao longo dos anos e já vi muitas delas se curvando de dor por causa da menstruação. Mesmo assim, elas acham que não podem ir para casa, porque não classificam isso como motivo.”
“Isto é injusto. Se alguém está com dor, não importa o motivo, deve ir para casa. Mas queremos fazer disso uma política para reconhecer que as mulheres precisam desse tempo sem precisar classificar isso como doença”, acrescentou Bexter.
A diretora da empresa afirma ser um equívoco pensar que tirar folgas torna o negócio improdutivo. Sincronizar o trabalho com os ciclos naturais dos funcionários é o correto a fazer na opinião dela.


Prisão do executivo do Facebook é revogada


A prisão ocorreu ontem após o Facebook descumprir uma decisão judicial
     Revogada a prisão do vice-presidente do Facebook para a América Latina,Diego Dzodan, por decisão do desembargador Ruy Pinheiro. O executivo foi preso na última terça-feira, 1º, ao desembarcar em São Paulo, no aeroporto de Guarulhos, a pedido da Justiça de Sergipe. O pedido de habeas corpus foi concedido durante o plantão noturno e o alvará de soltura deve assinado ainda nesta manhã.
De acordo com o desembargador, a prisão do executivo não é legal, pois ele não é investigado no inquérito policial e não é parte no processo contra o Facebook. “Ainda que o tipo penal em tese atribuído ao paciente (art 2º, parágrafo 1º, da Lei nº 12.850/2013) não exija a participação na formação da organização criminosa e nos delitos por ela praticados, não escapa aos olhos ser imprescindível a existência do dolo, embora direto e não específico, para a configuração do crime citado. Contudo, quer me parecer, apesar de feita uma análise perfunctória doa autos, inexistem provas concretas de que o paciente tenha agido com a predisposição de embaraçar ou impedir as investigações para favorecer a organização ora investigada”, concluiu o desembargador, determinando a expedição do alvará de soltura.
A prisão do executivo foi determinada pelo juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, após o Facebook descumprir uma decisão judicial que pedia à empresa a quebra do sigilo de mensagens trocadas no aplicativo WhatsApp por suspeitos envolvidos no tráfico de droga. Apesar da decisão judicial, o Facebook negou o pedido em três oportunidades. A multa diária pelo descumprimento da decisão foi determinada inicialmente em R$ 50 mil e depois passou para R$ 1 milhão, porém a rede social mais famosa do mundo continuou a descumprir a lei.
Em comunicado sobre a prisão de Dzodan, a empresa alegou estar “sempre disponível para responder às questões que as autoridades brasileiras possam ter”, porém disse estar “desapontada com a medida extrema e desproporcional de ter um executivo escoltado até a delegacia devido a um caso envolvendo o WhatsApp, que opera separadamente do Facebook”.