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segunda-feira, 7 de março de 2016

Caminhonete desenfreada ‘esmaga’ carro em árvore em Uraí





Um grave acidente foi registrado no sábado (5) na avenida Paraná, centro de Uraí. O motorista de uma caminhonete F-4000 perdeu o freio do veículo e desceu a avenida em alta velocidade.
Ao perceber que não conseguia mais controlar a caminhonete, o motorista jogou o veículo na calçada, arrastando um Santana estacionado por cerca de 25 metros até prensá-lo em uma árvore.

m rapaz de 32 anos que passava pela calçada foi atropelado e sofreu fratura nas duas pernas, sendo encaminhado pelo Samu para a Santa Casa de Cornélio Procópio.
O motorista da caminhonete escapou ileso do acidente.

Polícia Civil prende suspeito de matar jovem a tiros no bairro do Clima Bom

José Félix Cavalcante, o 'Gaguinho', foi preso nesta segunda-feira (7).
Ele é suspeito de matar um jovem em 2014.


José Félix Cavalcante foi levado à Casa de Custódia, em Maceió (Foto: Divulgação/ PC)

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (7), um homem suspeito de homicídio qualificado em Maceió.
Segundo a polícia, José Félix Cavalcante, o “Gaguinho”, de 41 anos, é apontado como o autor da morte de um jovem no bairro do Clima Bom, que aconteceu em 2014.
De acordo com as investigações policiais, Cavalcante teria matado a vítima após eles consumirem bebidas alcoólicas.
A polícia informa que Cavalcante teve apoio de Deivisson Leite da Silva, que já se encontra detido no sistema prisional.
A prisão, realizada por agentes da Seção de Capturas e Custodias Especial (SECCE), ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão, expedido pelo juiz Maurício Breda, da 7ª Vara Criminal da Capital.
José Félix Cavalcante foi encaminhado à base da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), localizada no bairro da Santa Mélia, e em seguida levado à Casa de Custódia, onde ficará à disposição da Justiça.

MP-AL denuncia à Justiça acusado de chacina no bairro de Guaxuma

Daniel Galdino Dias foi indiciado pela Polícia Civil em dezembro de 2015.Segundo o MP, o crime, que matou 4 pessoas, foi feito com crueldade.


Daniel Galdino Dias foi apontado pela criança de 5 anos que sobreviveu à chacina em Maceió (Foto: Reprodução/Polícia Civil)


Requintes de crueldade
Segundo a promotoria, Santos saiu do sítio na companhia de Galdino para realizar um determinado trabalho. Durante o trajeto, o acusado, sem motivo aparente, surpreendeu o caseiro com golpes de facadas, que atingiram quase todo o corpo da vítima. Por último, o agressor ainda amputou a mão esquerda dele e a jogou em uma vegetação próxima.

Em seguida, Galdino retornou à residência das vítimas, arrancou a senhora Jenilza de dentro de casa, amarrou-a com uma corda elástica numa das bases de concreto de um galpão em construção e também a esfaqueou até a morte.
“Naquela ocasião, as crianças Guilherme, Maria e Anderson, filhos do casal, que estavam acompanhando toda aquela carnificina, após ouvirem os 
O Ministério Público de Alagoas informou, nesta segunda-feira (7), que denunciou à Justiça Daniel Galdino Dias, acusado de ter matado sozinho quatro pessoas de uma mesma família, em um sítio localizado no bairro de Gaxuma, em Maceió, no ano passado.
Foram mortos Esvaldo da Silva Santos, de 22 anos, Genilza Oliveira da Paz, 27 anos, e as crianças Maria Eduarda, 9, e Guilherme, 2. Um menino de cinco anos, filho do casal, sobreviveu ao crime e reconheceu o suspeito em novembro.
Por conta disso, o promotor pediu a responsabilização do denunciado pelos quatro assassinatos e ainda pela tentativa de homicídio. Com relação à morte de Santos e Genilza, Galdino foi denunciado por homicídio duplamente qualificado, com os agravantes de ter praticado os crimes por meio cruel e através de recurso que dificultou a defesa dos ofendidos.
Já pelas mortes das crianças, ele foi acusado de homicídio triplamente qualificado. Além de meio cruel e da impossibilidade de defesa das vítimas, foi também agravante o quesito de assegurar a impunidade do crime. Por último, o promotor pediu que o acusado seja condenado pela tentativa de homicídio contra o menino sobrevivente.
Segundo o promotor de Justiça José Antônio Malta Marques, da 49ª Promotoria Especializada Criminal da Capital, Galdino agiu de forma consciente e voluntária, tendo a intenção de matar.
“ (...) praticou, com requintes de crueldade, um bárbaro homicídio, que ficou conhecido como 'chacina de Guaxuma', tendo como vítima a família que morava naquele sítio”, diz um trecho da ação penal do promotor.
Área onde ocorreu a chacina, no sítio em Guaxuma, foi isolada pela PM (Foto: Michelle Farias/G1)
clamores da mãe, fugiram do local, escondendo-se num matagal. Todavia, o choro do pequeno Guilherme, de apenas dois anos, denunciou o paradeiro dos menores, que foram covardemente atacados com o objetivo de não deixar testemunhas daquela barbárie”, revela um outro parágrafo da ação.
“Por um milagre, o menor Anderson Jacksson Oliveira Santos resistiu aos ferimentos e conseguiu sobreviver à chacina, após ter sido encontrado e socorrido por um policial”, disse o promotor de Justiça, explicando ainda que “não se sabe qual a motivação desse bárbaro crime, fato este que será revelado no decorrer da instrução”.
Pessoas foram presas durante investigação
Durante as ações policiais, quatro pessoas haviam sido presas durante as investigações, mas em dezembro a polícia confirmou que indiciou apenas Daniel Galdino Dias, descartando a participação dos outros três suspeitos.