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sexta-feira, 18 de março de 2016

Segundo envolvido em morte de PM se entrega à polícia no Recife

Homem, de 23 anos, compareceu ao DHPP acompanhado da mãe.
Policial morto na tentativa de assalto estava à paisana durante a abordagem.



O segundo envolvido na tentativa de assalto que resultou na morte do policial militar Aldenis Clementino Silva, de 32 anos, em dezembro do ano passado, se entregou à polícia após passar três meses escondido. De acordo com o delegado Ricardo Silveira, o homem, de 23 anos, estava no município de Vicência, na Mata Norte do estado. Ele pilotava a moto no momento da ação. Na Polícia Militar desde 2009, o soldado morto deixou a esposa e um filho de cinco anos. 
O rapaz que estava na garupa foi atingido por um dos disparos e preso em seguida. Acompanhado da mãe, o foragido compareceu ao Departamento Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na quinta-feira (17). Ele já responde por outros crimes. "Ele ainda responde por agressão a ex-mulher dele. Também responde pelo delito de tráfico de drogas no Jordão", detalhou o delegado.O PM foi assassinado no dia 8 de dezembro no bairro do Jordão, Zona Sul do Recife. À paisana no momento da ocorrência, ele foi abordado por dois criminosos em uma moto. Após a investida dos assaltantes, o policial, que estava armado, tentou atirar neles, mas foi baleado e morreu no local. Segundo a polícia, os homens queriam roubar a moto do policial.
Os dois acusados responderão por latrocínio. Eles foram encaminhados para o Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife.

Operação Matrix prende 17 pessoas e apreende 50 kg de drogas

Ação foi deflagrada na Zona da Mata Norte de Pernambuco e no Recife.
De acordo com a Polícia Civil, filho de um vereador está entre os presos.


A Polícia Civil de Pernambuco, com apoio da Polícia Militar, deflagrou, nesta sexta-feira (18), a Operação Matrix. Foram cumpridos, de acordo com informações parciais, 17 mandados de prisão e cinco de busca e apreensão em Carpina e Lagoa do Carro, na Zona da Mata Norte, e no Recife.
O objetivo é  combater homicídios, bem como tráfico de drogas e de armas em cidades da Zona da Mata Norte e na capital. “Entre os detidos está o filho de um vereador de Carpina”, informou o  delegado Antônio Rezende, responsável pela ação.
Além disso, os policiais apreenderam 50 quilos de drogas, como maconha e crack. Também foram cumpridos mandados de prisão de criminosos que já estão encarcerados.
Os detalhes da operação serão apresentados na próxima segunda-feira (21), em coletiva, na sede da Polícia Civil, na área central da capital pernambucana.
A operação, coordenada pela Chefia de Polícia Civil de Pernambuco, teve como responsável a delegacia de Carpina, da AIS 11, DINTER 1.  Contou com o apoio operacional da Polícia Militar de Pernambuco, do Segundo Batalhão e Cia Independente de Goiana, Mata Norte.

Mulher que tentou matar professora por ciúmes do ex é condenada no AP

A também professora foi condenada a 8 anos de prisão no semiaberto.
Acusada tentou matar a tiros professora em 2014, em Macapá.

aurivane rodrigues neri professora acusada amapá (Foto: Reprodução/Rede Amazônica no Amapá)

O julgamento durou dois dias. Ele começou na quinta-feira (17) e foi suspenso por volta de 22h, tendo sido retomado às 8h desta sexta-feira. No primeiro dia, foram ouvidas 18 testemunhas de defesa e acusação. No segundo, ocorreram as sustentações orais do Ministério Público (MP), autor da ação, e do advogado Maurício Pereira, que defende a ré.
O advogado da acusada disse que a defesa não ficou satisfeita pela condenação de porte ilegal de arma apesar de a pena ter sido diminuída pelos jurados, que levaram em consideração a inimputabilidade, isto é, ausência de características pessoais que possam atribuir ao acusado a autoria de um crime.
"Os jurados reconheceram que devido a depressão grave, ela teve a capacidade de autodeterminação diminuída. Em razão disso, o Código Penal prevê uma redução de pena. Mas a sentença não nos satisfaz porque houve uma injustiça pela condenção de porte ilegal de arma", disse Pereira, que adiantou recorrer da condenação.
Aurivane Rodrigues responde pelo crime de tentativa de homicídio por motivo fútil e sem chance de defesa da vítima. Ela chegou a ser presa em 2014, mas passou a ser julgada em liberdade.
Vítima professora tentativa de homicídio macapá amapá (Foto: Reprodução/Rede Amazônica no Amapá)
Tentativa de homicídio
O crime aconteceu em 9 de maio de 2014 dentro da Casa do Professor, no Centro de Macapá. Ele teria sido motivado por ciúmes de Aurivane, que não aceitava o relacionamento do ex-marido com a vítima.

Professora foi levada para oitiva na 6ª Delegacia de Polícia (Foto: John Pacheco/G1)

Aurivane confessou o crime, à época, e alegou sofrer transtornos motivados por uma depressão profunda pós-separação.
De acordo com testemunhas, a acusada entrou pela recepção da Casa do Professor, onde a vítima aguardava por atendimento, e efetuou quatro disparos. Ela usava uma arma, que, segundo a defesa, teria sido comprada com a intenção de um possível suicídio.
Dos quatro tiros disparados pela acusada, dois atingiram Marineide. Ela acumula sequelas, e quase dois anos após o atentado ainda não consegue andar naturalmente.
Após os disparos, a mulher fugiu do local em um veículo em alta velocidade, sendo presa 15 dias depois internada em um hospital particular da capital.