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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Funcionários de postos de combustível denunciam assaltos

Postos e lojas de conveniência são assaltados com frequência.
PM diz que faz policiamento em todas as áreas onde tem estabelecimentos.



Os clientes e funcionários dos postos de combustível de Belém reclamam da falta de segurança nos estabelecimentos, que têm sido alvo de assaltos frequentes. A Polícia Militar informou que faz o policiamento em todas as áreas públicas da cidade onde tem estabelecimentos comerciais ou não.
A PM disse ainda que faz esse policiamento a pé ou de forma motorizada com rondas regulares, viaturas e motocicletas, além de operações diariamente efetivadas de prevenção e fiscalização.
Quem usa os serviços nos postos de combustíveis e lojas de conveniência diz que é preciso aumentar a segurança. “A segurança não depende só do dono do posto. Tem que ter uma segurança pública e, se você olhar por aqui, não vai ver viatura”, diz o cliente de um posto.
No dia 21 de abril, as câmeras de segurança de um posto registraram um assalto. Um homem se passa por cliente, bebe água e se aproxima de dois clientes já com a arma de fogo na mão. Ele ameaça e pede os pertences das vítimas. Um cliente entrega o cordão e, do outro, o assaltante pega o celular. Em seguida, ele sai andando tranquilamente da loja.
Assaltos frequentes
O medo dos assaltos se estende há vários postos de combustível da capital paraense. ”Tem uma insegurança muito grande porque não tem como a gente saber quem pode chegar e nos abordar. Quase sempre tem assalto em postos de gasolina, principalmente nesses que são isolados”, diz o auxiliar administrativo de um posto de combustível, Sidney Ferreira

O posto fica localizado na avenida Augusto Montenegro, segundo os funcionários, foi assaltado oito vezes em apenas dois meses, uma média de dois roubos por semana.
Um frentista do estabelecimento, que prefere não se identificar, conta que as abordagens são quase sempre violentas. “A gente, como frentista, fica à mercê desses bandidos, com a facilidade deles chegarem nos abordando com armas ou às vezes só na garganta, anunciando assalto, levando dinheiro e fazendo com que a gente corra risco de vida”, revela.
A Polícia Militar informou que a área do posto está com programação de reforço de policiamento para o bairro durante a operação que será efetivada esta semana.

Mulher cumprirá prisão domiciliar para poder cuidar do filho

Ela e o marido foram presos sob a suspeita de tráfico de drogas.
O bebê do casal está sob o cuidado de terceiros.



Decisão foi proferida nesta segunda-feira, 25. (Foto: Divulgação/TJPA)

Nesta segunda-feira (25), as câmaras criminais reunidas atenderam ao pedido da mãe Aline Morais Vieira, e permitiram que ela respondesse ao processo penal em prisão domiciliar, para que possa cuidar do filho, de um ano e quatro meses. Ela responde por tráfico de entorpecentes e associação com tráfico

A magistrada Maria Edwiges Lobato assim como os demais julgadores da sessão levaram em consideração para a concessão do pedido, a lei nº 13.257/2016 (Estatuto da Primeira Infância), aprovada em março deste ano e que dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância.

Segundo o caso, Aline foi presa em flagrante sob a suspeita de tráfico de drogas. O marido dela também  foi preso sob a mesma suspeita. Dessa forma, o bebê do casal está sob cuidado de terceiros.

Com base nas garantias dos direitos da criança e do adolescente, a defesa de Aline requereu à Justiça a liberdade provisória da ré, ou a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas, de acordo com a lei nº 12.403/2011.

Grupo de índios Parakanã ocupa sede da Funai em Altamira

Alvo do protesto é nomeação para coordenação regional da Funai.
Ocupação começou durante cerimônia de posse nesta segunda-feira, 25.




Um grupo de índios Parakanã ocupou a sede da Fundação Nacional do Índio (Funai) no município de Altamira, no sudoeste do Pará, na manhã desta segunda-feira (25). A ocupação é um protesto contra a nomeação da liderança indígena Gilson Curuaia para o caro de coordenador regional da Funai.


A ocupação ocorreu durante a cerimônia de posse de Gilson Curuaia no órgão e se mantém durante a tarde desta segunda. Os manifestantes pedem que o cargo seja ocupado por alguém que já seja servidor de carreira da Funai e não alguém que tenha sido indicado